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Pedra nos Rins na Gravidez

 

As pedras nos rins na gravidez, infelizmente, podem elevar o risco de trabalho de parto antes dos 9 meses.

O que provoca a dor é normalmente o refluxo da urina, que causa uma pressão muito grande no canal do ureter (canal que liga o rim à bexiga) e acaba voltando ao rim,  gerando um aumento do rim.

Esse represamento da urina pode causar diversos problemas além da dor, entre eles a infecção, que pode atingir a bexiga e os rins.

Na gestação, o cálculo renal apresenta-se como uma doença com potencial razoável de complicação, tanto para a mãe quanto para o bebê. A dor abdominal relacionada a essa condição, bem como a infecção urinária se apresentam como a causa mais comum de internação da futura mamãe.

Grávidas que têm problemas de cálculo renal devem receber cuidado redobrado devido à proximidade entre os rins e o feto. Uma em cada 1,5 mil gestações apresenta complicações renais.

Sintomas:

A dor abdominal consiste no sinal mais comum, ocorrendo em 85 a 100% das gestantes com pedras nos rins, mas também podem ocorrer:

  • -Náuseas e vômitos;
  • -Dor abdominal;
  • -Hematúria (sangue na urina) macroscópica (visível);
  • -Dor ao urinar;
  • -Pus na urina

Tratamento:

Segundo a literatura médica, a maioria dos cálculos renais durante a gravidez podem ser expelidos de forma espontânea, facilitados pela dilatação do trato urinário durante este período. É descrita uma taxa de 64 a 84% de resolução dos casos com terapia conservadora (sem intervenção cirúrgica).

Entretanto, infelizmente, cerca de 15 a 30% das gestantes com pedras nos rins acabam precisando de algum tipo de abordagem mais invasiva (uso de cateter duplo, litotripsia ou nefrostomia nos casos de abcesso). As indicações de intervenção são baseadas nos seguintes critérios: dor intensa, obstrução de rim único, obstrução bilateral, função renal alterada, cálculo maior que 1cm, sepse e complicações obstétricas (como: trabalho de parto prematuro ou pré-eclâmpsia).